Olá amigos, voltei. Estou muito triste, mas essa tristeza é que está impulsionando mais uma escrita. Falo do falecimento do José de Alencar, um dos maiores, talvez o maior dos brasileiros dos últimos anos. Apesar de ser governo por oito anos, enfrentou esse mesmo governo, na batalha dos juros; passou incólume por um vendaval de escandalos, desmandos, e problemas sem fim e no entanto, em momento algum, alguma voz se levantou contra o Zé ou contra seu posicionamento sempre correto, altivo. Exemplo maior de amor pela vida, batalhador incansável que não temia a morte, apenas tinha muita força de lutar pela vida, e assim sempre o fêz.
Mas todas as virtudes do José Alencar eram enraizadas do seu sangue nobre de muriaeense, é claro, porque o Zé também, modéstia á parte, nsceu na enorme Muriaé, e o grande cara só destoou na escolha do seu time de futebol pois, declarou várias vêzes ser torcedor do Nacional/Muriaé, o que vai contra a fanática torcida que este escriba tem pelo Paulistano/Muriaé, nosso advers´qario ferrenho.
Mas, meu amigo, a bem da verdade, o cara estava certo porque, com tudo isso que êle sempre foi, êle não poderia ser Paulistano porque aí seria a perfeição e ela não existe. Meu conterraneo Zé, você deixou muitas saudades, deixou também um marco de vida para todos os brasileiros. Nós, muriaeenses como você, estamos orgulhosos, afinal, mais um exemplo da Enorme Muriaé pra o nosso Grande Brasil.
Você marcou, conterraneo. Um abraço.
Eu volto.
quinta-feira, 31 de março de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário